Em português: "Um adulto criativo é uma criança que sobreviveu."
Isso é verdade, mas...
O tempo e as circunstâncias nos faz ver que precisamos agir com mais responsabilidade, com mais seriedade, e isso facilmente nos motiva a matar o que uma criança tem de melhor: a imaginação. Sem imaginação a tendência de sermos repetitivos e sem capacidade de pensamento é muito maior. Mas, quando um adulto mantém a sua criatividade, mantém viva a criança dentro de si, que imagina só de brincadeira, mas sem querer começa a ver os belos sentidos das coisas.
O criativo é chamado de louco, de não ser comprometido com o que faz e só viver de sonho. A vida não é só sonho, como também não é só seriedade. Quem pouco se motiva a sorrir atrofia os músculos da face, e quem pouco imagina inutiliza os neurônios do cérebro, e quem é adulto sabe como é difícil a vida de um gagá. Quem usa pouco a imaginação por não querer ser criança acaba ficando com o cérebro igual ou pior a de um bebê, ou seja, gagá!
Sim, existem crianças birrentas e mal criadas, mas também existem crianças encantadoras e que inspiram com sua inocência. E essas crianças que inspiram, que encantam, que imaginam e que são espontâneas sem querer forçar uma inteligência fenomenal e precoce: esse tipo de criança eu quero ser. Quero ter o melhor que uma criança pode ter. Se eu puder fazer pelo menos um bocado de gente - ou seja, outro tanto de crianças - feliz tentando ser mais criativo, então eu serei por muito mais tempo, não apenas um adulto, mas também um menino feliz. :)
Observo e escrevo
terça-feira, 22 de maio de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
Isso [não] é uma despedida.
Aprendi que, pra se começar a fazer o que se quer, é preciso esforço e coragem. O cara que deseja mudar o rumo que sua vida está levando deverá estar disposto a se livrar de muita coisa que agora faz. Mudar hábitos de anos requer esforço, pois o costume de fazê-los torna difícil largá-los. E outra, surge a seguinte pergunta: "quero mudar, mas será que dará certo?" Aí é entra a coragem e o bom critério!
Viver com medo é viver pela metade - me lembrei agora dessa frase que ouvi num filme australiano chamado "Vem dançar comigo". E é verdade, pois metade do tempo você respira, na outra fica imaginando a sua vida se tivesse feito diferente. Muito chato isso!
Vou falar pra vocês: hoje tentarei fazer diferente. Vou agir ao invés de causar mais um motivo para que eu me arrependa depois. A vida é curta, e tempos pouco tempo pra causarmos remorsos. É sempre bom pensarmos bem antes de tomarmos alguma decisão, mas hesitar sempre é tolice. Não quero ser tolo pro resto da vida!
Agora, termino este texto pra começar a tentar um rumo novo. Vejo vocês no caminho. Até mais! ;)
Viver com medo é viver pela metade - me lembrei agora dessa frase que ouvi num filme australiano chamado "Vem dançar comigo". E é verdade, pois metade do tempo você respira, na outra fica imaginando a sua vida se tivesse feito diferente. Muito chato isso!
Vou falar pra vocês: hoje tentarei fazer diferente. Vou agir ao invés de causar mais um motivo para que eu me arrependa depois. A vida é curta, e tempos pouco tempo pra causarmos remorsos. É sempre bom pensarmos bem antes de tomarmos alguma decisão, mas hesitar sempre é tolice. Não quero ser tolo pro resto da vida!
Agora, termino este texto pra começar a tentar um rumo novo. Vejo vocês no caminho. Até mais! ;)
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Ivete Sangalo, Michel Teló e Paulo Maluf reconhecidos internacionalmente. Pois é...
Achei 3 brasileiros sendo mencionados em sites internacionais. Sempre tem, mas esses resolvi postar para exemplificar. Esses três são Ivete Sangalo, cujo show no Madison Square Garden teve todos os ingressos esgotados e foi destaque na New York Times, o Michel Teló, que está até o presente momento em 1º lugar nas paradas alemãs da Billboard (Isso mesmo: Michel Teló em alta na Alemanha! Nem adianta ir lá se a ideia é querer fugir de seu hit mais recente.) e o político Paulo Maluf, no site da Interpol, site esse que reconhece todos os seus grandes feitos fora do Brasil...
Acredito que a comparação entre esses links pode nos levar a algumas perguntas: como eu quero ser conhecido? Como eu quero ser lembrado? E outra: ser brasileiro - ou de qualquer outro país - me limita? Bom, esses são apenas alguns pensamentos avulsos que tive hoje...
Fonte:
Ivete no New York Times
Paulo Maluf na Interpol
Michel Teló na Billboard
Acredito que a comparação entre esses links pode nos levar a algumas perguntas: como eu quero ser conhecido? Como eu quero ser lembrado? E outra: ser brasileiro - ou de qualquer outro país - me limita? Bom, esses são apenas alguns pensamentos avulsos que tive hoje...
Fonte:
Ivete no New York Times
Paulo Maluf na Interpol
Michel Teló na Billboard
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Viver e aprender
Acho que a eternidade seria muito pouco tempo para poder aprender tudo o que há para se aprender nesse planeta. Menor ainda se levar em conta o Universo. Mesmo com o surgimento da Internet, a impressão que eu tenho é que ainda não sabemos um décimo sequer de tudo o que existe. A cada coisa que venho a conhecer, mais ignorante pareço ser.
Por exemplo, quantas coisas interessantes podem haver num bairro durante anos e anos, mas muita gente, incluindo as pessoas mais antigas de lá, nem sequer ter ideia da existência delas. Quantas coisas pode uma pessoa querer aprender e fazer, mas mesmo usando todo o tempo que possui livre para realizá-las ainda assim sentir que ficou faltando coisa pra entender!
Em certos momentos, podemos nos sentir frustrados por não saber o tanto que queríamos saber, mas também temos a possibilidade de, com isso, nos sentir motivados a fazer mais. Afinal, se a eternidade parece não ser suficiente para aprender – e fazer – tudo o que queremos, que dirá nessa nossa breve vida que, com um pouquinho mais de força, pode durar apenas uns 90 anos! (Isso se também tivermos sorte de não sofrermos nenhum acidente fatal até lá.) Resumindo: se quero aprender mais, melhor aprender enquanto ainda sou vivo, mesmo a minha vida - e a de qualquer outra pessoa - sendo de curta duração.
Por exemplo, quantas coisas interessantes podem haver num bairro durante anos e anos, mas muita gente, incluindo as pessoas mais antigas de lá, nem sequer ter ideia da existência delas. Quantas coisas pode uma pessoa querer aprender e fazer, mas mesmo usando todo o tempo que possui livre para realizá-las ainda assim sentir que ficou faltando coisa pra entender!
Em certos momentos, podemos nos sentir frustrados por não saber o tanto que queríamos saber, mas também temos a possibilidade de, com isso, nos sentir motivados a fazer mais. Afinal, se a eternidade parece não ser suficiente para aprender – e fazer – tudo o que queremos, que dirá nessa nossa breve vida que, com um pouquinho mais de força, pode durar apenas uns 90 anos! (Isso se também tivermos sorte de não sofrermos nenhum acidente fatal até lá.) Resumindo: se quero aprender mais, melhor aprender enquanto ainda sou vivo, mesmo a minha vida - e a de qualquer outra pessoa - sendo de curta duração.
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Mudança cansa!
Mudar cansa! No dia que você precisar mudar de casa você vai me entender. Afinal, um novo ambiente lhe é disponibilizado, e tudo aquilo que você adquiriu durante tanto tempo - sejam objetos, pessoas ou experiências passadas - terá que se acomodar nesse novo lugar.
Diante dessa organização que se segue durante semanas o seu corpo e sua mente vão se cansando. Às vezes com a alegria de poder ter o seu canto. Outros se cansam só de pensar que terá de mudar de casa novamente assim que o dinheiro do aluguel começar a não aparecer com a mesma regularidade de antes...
Mudar: seja de casa, seja de atitude, seja de humor, não é fácil, e esse fato com o tempo nunca muda!
Diante dessa organização que se segue durante semanas o seu corpo e sua mente vão se cansando. Às vezes com a alegria de poder ter o seu canto. Outros se cansam só de pensar que terá de mudar de casa novamente assim que o dinheiro do aluguel começar a não aparecer com a mesma regularidade de antes...
Mudar: seja de casa, seja de atitude, seja de humor, não é fácil, e esse fato com o tempo nunca muda!
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Lições de vida a partir da morte de uma pessoa querida.
(TEXTO ESCRITO ONTEM)
É impressionante como em poucos segundos uma pessoa muda a sua vida. Muitos passam a vida toda acreditando que está sozinho e desligado de todo o resto, que nesse mundo são só você e você, mas a morte de uma pessoa mostra que isso não é verdade.
Hoje, 13 de dezembro de 2011, morreu uma professora muito conhecida aqui no bairro, dentro de sua casa vítima de depressão. Essa doença a fez acreditar que sua vida não tinha valor, mas a sua morte trouxe à tona a sua história no bairro onde lecionava, cujo resultado foi a alfabetização de pelo menos duas gerações de crianças. Sua morte causou comoção tanto nas mães das crianças como de todos os seus irmãos na fé que ficaram sabendo da notícia.
Dessa morte eu tiro duas lições:
1. Se há um depressivo em sua casa, a atenção tem que ser triplicada. Não se pode descuidar de um doente. Mesmo com toda a atenção do mundo o doente pode dar um jeito e se matar, mas dando ao doente atenção as chances diminuem.
2. Se você está na beira do desespero pensando em se matar para resolver problemas, saiba que a sua morte não afetará apenas você. Afetará a todos que te amam. (Você talvez ACHE que não, mas existem pessoas que se importam com você.)
"Essa vida é cheia de altos e baixos". A frase é clichê, mas é uma verdade. Hoje você está bem, mas amanhã poderá estar com depressão, por exemplo. Nunca, NUNCA, se ache autosuficiente. Quando você menos esperar, de alguma forma você vai precisar de alguém...
É impressionante como em poucos segundos uma pessoa muda a sua vida. Muitos passam a vida toda acreditando que está sozinho e desligado de todo o resto, que nesse mundo são só você e você, mas a morte de uma pessoa mostra que isso não é verdade.
Hoje, 13 de dezembro de 2011, morreu uma professora muito conhecida aqui no bairro, dentro de sua casa vítima de depressão. Essa doença a fez acreditar que sua vida não tinha valor, mas a sua morte trouxe à tona a sua história no bairro onde lecionava, cujo resultado foi a alfabetização de pelo menos duas gerações de crianças. Sua morte causou comoção tanto nas mães das crianças como de todos os seus irmãos na fé que ficaram sabendo da notícia.
Dessa morte eu tiro duas lições:
1. Se há um depressivo em sua casa, a atenção tem que ser triplicada. Não se pode descuidar de um doente. Mesmo com toda a atenção do mundo o doente pode dar um jeito e se matar, mas dando ao doente atenção as chances diminuem.
2. Se você está na beira do desespero pensando em se matar para resolver problemas, saiba que a sua morte não afetará apenas você. Afetará a todos que te amam. (Você talvez ACHE que não, mas existem pessoas que se importam com você.)
"Essa vida é cheia de altos e baixos". A frase é clichê, mas é uma verdade. Hoje você está bem, mas amanhã poderá estar com depressão, por exemplo. Nunca, NUNCA, se ache autosuficiente. Quando você menos esperar, de alguma forma você vai precisar de alguém...
domingo, 6 de novembro de 2011
"Queria entender por que não me entende."
O texto abaixo foi postado originalmente no blog Dois Poetas na Escola no dia 29 de abril de 2010. Como o nome sugere, o blog continha poesias, mas havia 4 poetas na verdade, e eu era um deles. (Os poetas do título eram 2 amigos que começaram o blog na época em que estavam no Ensino Médio.)
Este texto resolvi postar hoje porque o que andei passando nessas últimas semanas me deu um déjà vu, fazendo o mesmo sentimento que me inspirou a escrever o texto abaixo voltar a me angustiar.
Se antes o motivo da minha angústia era um professor, agora a minha angústia é por causa do mal-entendido que causei com um grupo de mulheres. Ou seja: PIOROU!
Espero que gostem. Apesar do que me inspirou não ser uma coisa agradável, que pelo menos o texto se salve!
Queria entender por que não me entende.
O que é que eu faço que tanto lhe ofende?
Por que o que eu faço, sem nenhuma intenção,
É visto por você como uma maldição.
Eu tento agradá-lo, e sempre o trato com respeito,
Mas você sempre me olha como mero bagunceiro!
Com nenhum outro ‘fessor tive causa para atenção.
Só que com você sempre causo irritação.
Eu não sou bagunceiro, nem sou dado ao desrespeito.
Eu sei que o descontento, mas não é esse o meu intento.
Está difícil de provar que não quero o chatear
Mas espero que essa rusga não venha a perdurar :\
Este texto resolvi postar hoje porque o que andei passando nessas últimas semanas me deu um déjà vu, fazendo o mesmo sentimento que me inspirou a escrever o texto abaixo voltar a me angustiar.
Se antes o motivo da minha angústia era um professor, agora a minha angústia é por causa do mal-entendido que causei com um grupo de mulheres. Ou seja: PIOROU!
Espero que gostem. Apesar do que me inspirou não ser uma coisa agradável, que pelo menos o texto se salve!
Para aquele que me implica (Fessor)
Queria entender por que não me entende.
O que é que eu faço que tanto lhe ofende?
Por que o que eu faço, sem nenhuma intenção,
É visto por você como uma maldição.
Eu tento agradá-lo, e sempre o trato com respeito,
Mas você sempre me olha como mero bagunceiro!
Com nenhum outro ‘fessor tive causa para atenção.
Só que com você sempre causo irritação.
Eu não sou bagunceiro, nem sou dado ao desrespeito.
Eu sei que o descontento, mas não é esse o meu intento.
Está difícil de provar que não quero o chatear
Mas espero que essa rusga não venha a perdurar :\
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